segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

É hospital para pobre sim!

Imagem - Internet
                                                         
Fotos: Roberto Corsário

            Não só para pobre o hospital costa do cacau foi construído, mais para todos que daquele instrumento de saúde, precise. Ontem, um dos membros da minha família necessitou de uma emergência hospitalar, e tivemos que levar para o Hospital Costa do Cacau.
            Imediatamente, seis profissionais já estavam a postos e a fazer os procedimentos necessários para salvar a vida daquela idosa que ali por volta das 23hs e 24 minutos, da noite de domingo (14) adentrara aquela unidade, praticamente sem vida, com problemas para respirar entre outros agônicos. Atendimento qualificado pude constatar, diante das mazelas que se encontra a saúde brasileira, para minha surpresa.
            Pena não poder tecer comentário positivo sobre a estrutura da unidade móvel de ambulância do SAMU, que atendeu em tempo hábil, seus componentes altamente profissionais, enquanto que suas vidas, andam a beira do abismo juntamente com a dos pacientes e seus acompanhantes, isto por que, a unidade está uma verdadeira sucata, com suas portas amarradas com elastics, os medicamentos vão caindo por cima do paciente, a agente do Samu, tem que em cuidar da (o) paciente, ficar cuidando desses que caem.
            Uma verdadeira vergonha, que precisa ser reconhecida pelo poder público e reverter essa situação, sob pena de ser culpabilizado por quaisquer danos àqueles que a unidade móvel possa causar.
            Como todos os setores a unidade hospitalar Costa do Cacau tem seus problemas, estes fáceis de se ajustar, como por exemplo o que vem acontecendo nas manhãs na unidade de triagem para aqueles que irão passar por procedimentos cirúrgicos, também, aqueles que chegam na unidade de emergência, diante da feira do chuchu, que alguns usuários querem fazer na sala de triagem, se faz necessário que se adote um serviço de som para a comunicação com esses feirantes vendedores de cultura inútil em local e hora inapropriado, não querendo aqui denegrir nenhum feirante.
            Um outro ponto negativo percebido é que por mais que se tenha boas e confortáveis cadeiras para parcela dos usuários, se faz necessário colocar mais se possível na área externa do hospital.
            Percebemos também uma preocupação pelo acumulo de pessoas no saguão da unidade hospitalar por parte da diretoria da unidade, porém percebemos também que o horário de alguns profissionais, principalmente para aqueles que liberam os corpos para familiares levarem da unidade deixa a desejar, famílias aguardavam desde das 5hs da manhã essa liberação que só aconteceram por volta de 9 hs.
            Críticas construtivas para que os ilheenses e de outras cidades que possam por vidas, utilizarem aquela unidade, “Hospital Regional Costa do Cacau” idealizado por tantos e entregue pelo Governador Rui Costa, na gestão de Dr Mario Alexandre, prefeito de Ilhéus, enalteçam esse grande instrumento de salvar vidas, seus funcionários e profissionais que constrói a dicotomia viver, morrer, tenham por longos tempos um bom local de trabalho e ótimo de atendimento.

            Quanto aos usuários frequentadores dessas unidades, não demonstrem através de sua urinada seu perfil cultural, tampouco sua distância para conviver com algo que foi construído para você, seja pobre, ou rico, de espirito se lhe convier, mais que seu semelhante possa fazer escolhas, “É hospital para pobre sim! Mais que saiba utilizar para não ficar como o Regional Luiz Viana Filho, sucateado e condenado a pobre para sempre.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Ônibus que faz a linha Zona Sul/UESC se envolve em acidente na Rodovia Ilhéus/Itabuna (BR 415) e coloca alunos em perigo.


As imagens da bagaceira que poderia ser pior. Fotos fornecida pelo grupo que os alunos da uesc utilizam no aplicativo WattShap.

            Os alunos das instituições de ensino UESC, IFBA e SENAI, que ficam as margens da rodovia 415 que liga os municípios de Ilhéus e Itabuna vem sofrendo nos últimos tempos descasos por conta das empresas concessionárias do Transporte Público de Ilhéus.

            Assim como a falta de fiscalização por parte do município dessas prestadoras de serviços a estes usuários, pelo menos são queixas acumuladas entre os alunos que utilizam esse itinerário diariamente, além dos passageiros comuns que também vivem possessos com os descasos para com o transporte em geral, em especial a essa linha.

            Os descasos vão desde ônibus velhos e deteriorados pelo tempo de vida útil, aos motoristas estressados, cansados das jornadas abusivas, que após sua jornada, ainda tem que fazer muitas vezes essas viagens até a UESC e retornar para só após seguirem para suas residências para o descanso.

            Segundo alguns depoimentos, os mesmos não negam a sobrecarga aos quais estão sendo obrigados a trabalhar, inclusive por alguns que são obrigados a trabalhar como motor/cobra uma espécie de faz tudo da empresa, dirige, cobra a passagem passando troco, desce para operar o elevador para os cadeirantes, isso quando o elevador funciona, segundo alguns relatos destes, poucos estão em condições de uso, na direção tem que estar atento aos retrovisores, as portas ao descer e subir dos passageiros, a campainha avisando da parada no ponto, ou seja stress total passam hoje esses profissionais. Um agravante que se faz necessário as autoridades estarem atentas é a mudança de trânsito para esses motoristas, que estão acostumados a rotina urbana que muitas vezes não passam dos 40 km por hora e são obrigados a irem transitar numa rodovia que as estatísticas de acidentes dão conta de que é muito perigosa, segundo informações, há pelo menos cinco funcionários em atestado médico na empresa, quem paga o pato é o usuário, que além de pagar transporte de R$ 3,50 ainda ver a qualidade do transporte decair por falta de investimentos e contratação de mão de obra substituta.

            E ontem a noite não foi diferente, para muitos um grande susto, parecia que o ônibus iria ficar enganchado no caminhão e os dois iriam cair pelo acostamento ou seguir para a contramão e se chocar com o ônibus da Rota que vinha no sentido contrário, verdadeiro susto.   Numa ultrapassagem mal sucedida, quase que todos sofreriam um grave acidente, envolvendo o Ônibus da Zona Sul/UESC, o caminhão com destino ignorado e um ônibus da Rota que seguia em sentido contrário. 

            Entenda o caso. O ônibus que faz a linha zona sul Uesc, nos últimos tempos vem acumulando atrasos na saída da viagem, seu horário ´de sair do Bairro Nossa Senhora das Vitórias às 17:30hs fazendo o itinerário, Nossa Senhora Aparecida, Hernâni Sá, Nelson Costa, Pontal, Terminal Urbano, Princesa Isabel, Rodoviária, Rodovia BR 415 finalizando seu percurso de ida na UESC, lá pega os alunos de retorno, essa linha funciona nos períodos da manhã, meio dia, a tarde e finalizando a noite ás 22:00hs, obs. Essa linha só funciona nesses horários acima.

            Há uma outra linha que sai fazendo um itinerário mais de apoio aos ônibus que seguem para o salobrinho via avenida Itabuna, salobrinho que aparentemente os moradores vivem o mesmo dilema dos estudantes, na qualidade dos ônibus e pontualidade dos horários.
            O que está posto pelo menos a um olhar externo sem nenhum embasamento técnico, é que a Empresa São Miguel que faz a linha Zona Sul/UESC que atende essa parcela de usuário, além dos trabalhadores que moram nessas adjacências e trabalham na zona sul, que à utilizam também esse itinerário não é incomodada pelo sistema de fiscalização municipal, não estar nem ai para os estudantes tanto os universitários da UESC, quanto os técnicos profissionais das Instituições IFBA e SENAI, aos passageiros comuns, a esses, dão prejuízos uma vez que deixam de pagar duas passagens.


            Busca-se apoios da sociedade ilheense, também das autoridades, para conter esses descasos que vem acontecendo com o transporte público em Ilhéus, assim como o respeito, compromisso e valor com aqueles que serão o futuro dessa cidade, hoje são estudantes, amanhã serão funcionários, profissionais contábeis, jurídicos, políticos, médicos etc, principalmente esses últimos, todos precisam, mais esses últimos são aqueles que irão lidar com a saúde dessa sociedade, desses empresários, que de maneira arbitrária, tripudiam estudantes, que amanhã serão futuro homens e mulheres que farão dessa cidade, que tipo de sociedade? 

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

PA da Zona Sul funcionará 24 h até ser estabilizado atendimento do Costa do Cacau


O Pronto Atendimento (PA) de Saúde da Zona Sul de Ilhéus funciona durante 24 horas para atendimento à população de Ilhéus. A unidade pertence à Rede de Atenção Básica da Secretaria de Saúde, localizada na Avenida Tancredo Neves, à margem da Rodovia BA-001, no trecho entre Ilhéus e Olivença.

Agora, uma nova medida foi anunciada pela secretária municipal de Saúde, Elizângela Oliveira. Segundo ela, “após a realização do processo seletivo simplificado para profissionais de saúde, a secretaria iniciou a convocação dos profissionais médicos e os demais classificados para assumirem as respectivas funções, com o objetivo de ampliar a cobertura da rede de atenção básica e garantir uma melhor assistência aos pacientes de urgência e emergência.”

A secretária explicou que o PA da Zona Sul está funcionando durante 24 horas, por conta do crescimento de atendimento clínico, inicialmente na temporada de verão, “até se estabilizar os atendimentos no Hospital Regional Costa do Cacau e redefinirmos a rede de urgência no município de Ilhéus”. Conforme Elizângela, o processo de convocação dos médicos para ampliação da atenção básica vai ser gradativo e imediato.

Os profissionais classificados no processo de seleção vão reforçar o atendimento em outros postos de saúde e também no Centro de Zoonoses e no SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). De acordo com a secretária Elizângela Oliveira, o atendimento de urgência também poderá ser agilizado através do telefone 192, do SAMU.


Secretaria de Comunicação Social – Secom

Crianças acolhidas pela Prefeitura se divertem em brinquedos do Parque de Diversões em Ilhéus




Crianças atendidas pela Instituição de Acolhimento Renascer tiveram no início da noite de ontem (9) um momento especial de diversão e lazer na avenida Soares Lopes. Elas visitaram o Parque de Diversões instalado na avenida Soares Lopes e se divertiram nos brinquedos, ao lado de outras crianças. “Levamos uma primeira turma. Mas todas serão contempladas nos próximos dias “, explicou a coordenadora da instituição, Adriana Montenegro.

A coordenadora revela que neste período de férias escolares, atendendo a uma determinação da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SDS), foi criada uma agenda de atividades de lazer e recreação para que as crianças não fiquem restritas à rotina da casa. “Promovemos um processo de socialização e integração que não se restringe apenas à visitação ao parque. Levamos grupos para conhecer aspectos históricos e culturais da cidade, passeios em locais públicos, catedral, Vesúvio, acampamento, tarde na praça”, exemplifica. A secretária Soane Galvão acompanhou as crianças e participou das brincadeiras.

O primeiro grupo contemplado foi de crianças de 8 a 10 anos de idade. Hoje 33 crianças são atendidas pela Instituição de Acolhimento Renascer. São menores retirados do convívio familiar por medida de proteção, vítimas de alguma violência (física ou psicológica), negligência ou abuso sexual. A instituição também realiza trabalhos e acompanhamos as famílias buscando a possibilidade de retorno das crianças ao convívio familiar.

“Só quando esgotadas todos as possibilidades é que as crianças são destituídas do poder familiar e encaminhadas para adoção”, explica Montenegro. Durante o Acolhimento, a Secretaria de Desenvolvimento Social assegura todos os direitos ao menor. Exemplo disso é que todas as crianças em idade escolar estão inseridas em escolas públicas e particulares (através de bolsa), têm acompanhamento de saúde, nutricional, protecional e de lazer.

Secretaria de Comunicação Social – Secom

Armazenamento de dados pessoais poderá ter a obrigação de seguir normas internacionais

Audiência pública para discutir a situação dos familiares e amigos das vítimas do voo da Chapecoense. Dep. Bruna Furlan (PSDB - SP)
Para Bruna Furlan, o dado pessoal é o maior patrimônio do cidadão
A Câmara dos Deputados analisa mudanças na lei que criou a Identificação Civil Nacional (ICN – Lei 13.444/17) para assegurar que as informações armazenadas no banco de dados do ICN atendam padrões internacionais de segurança. As alterações estão no Projeto de Lei 8127/17, da deputada Bruna Furlan (PSDB-SP).
Segundo o projeto, a base de dados da ICN, que é armazenada e gerida pelo Tribunal Superior Eleitoral, deverá ser mantida em ambiente controlado e seguro, conforme “medidas técnicas compatíveis com padrões internacionais de segurança da informação, observadas as diretrizes mínimas estabelecidas em regulamento”.
O texto impõe a obrigatoriedade da edição de decreto de regulamentação, pelo Poder Executivo, contendo parâmetros mínimos de segurança e confiabilidade no manejo de dados pessoais do cidadão.
O projeto prevê ainda pena de reclusão de um a quatro anos, e multa, para quem acessar, utilizar ou divulgar indevidamente a informação armazenada na base de dados do ICN, ou comprometer a integridade, a autenticidade ou a confidencialidade de seu conteúdo. Nas mesmas penas incorre quem cede, compartilha ou transmite, indevidamente, o conteúdo das informações.
Compartilhamento de dados
A autora argumenta que o objetivo do ICN, quando de sua criação, era “permitir que o cidadão possa identificar-se e relacionar-se de modo simples e seguro nos espaços públicos e privados”. Ela observa, no entanto, que a lei não veio acompanhada de regulações mínimas de segurança para o uso e o compartilhamento desses dados.

“O dado pessoal constitui o principal patrimônio do cidadão, uma vez que a informação que ele representa tem inestimável valor de mercado e até mesmo de ordem pessoal”, diz Furlan, ao citar a propagação instantânea de conteúdo pela internet. A deputada preside na Câmara a comissão especial que analisa o Projeto de Lei 4060/12, referente ao tratamento de dados pessoais.
Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, inclusive quanto ao mérito. Depois seguirá para discussão e votação em Plenário.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Murilo Souza 
Edição – Sandra Crespo
Postado por Agencia da Câmara

Projeto proíbe trânsito de motos nos corredores entre faixas

Heuler Cruvinel
Heuler Cruvinel: disputa de espaço entre as faixas compromete segurança nas vias
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8192/17, do deputado Heuler Cruvinel (PSD-GO), que proíbe motociclistas de trafegar pelos corredores.
Hoje, trafegar entre os carros em faixas de rolamento paralelas é uma prática permitida pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB – Lei 9.503/97).
O autor do texto alerta para “a constante violência que acompanha o uso do espaço entre os veículos, entre as faixas de trânsito, com espelhos retrovisores arrancados, chutes na porta e muitos sustos”.
Heuler Cruvinel acredita que a disputa do espaço entre as faixas pelos motociclistas retirou dos demais condutores e dos pedestres a segurança de circulação nas cidades.
O texto também estabelece que os motociclistas devem transitar pela faixa da direita sempre que não houver faixa própria a eles destinada, além de proibir a circulação sobre as calçadas das vias urbanas.
Tramitação
A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Viação e Transportes e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Sandra Crespo
Postado por Agencia da Câmara

Comissão especial pode votar neste semestre mudanças no Estatuto da Criança e do Adolescente

Alteração mais polêmica é a que aumenta de três para dez anos o período máximo de internação para menores infratores

Billy Boss / Câmara dos Deputados
Audiência pública e Reunião Ordinária. Dep. Aliel Machado (REDE-PR)
Ariel Machado sugeriu aumento no tempo de internação do jovem infrator
O relatório final da Comissão Especial que examina propostas de alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente foi apresentado em outubro do ano passado. É um texto alternativo a um projeto de lei do Senado (PL 7197/2002) e a outras cinquenta e duas propostas que também sugerem mudanças no ECA. O relatório está pronto para ser votado e já há um requerimento no plenário da Câmara para que os trabalhos da Comissão Especial se estendam por mais 10 sessões.
O ponto mais polêmico do parecer do relator, deputado Aliel Machado (Rede-PR), é o que endurece as medidas socioeducativas aos menores infratores. A proposta é que quando os crimes cometidos pelos adolescentes resultarem em morte, o período de internação vá aumentando gradativamente, de acordo com a idade, até no máximo dez anos. Atualmente, o menor só pode ficar internado em uma instituição por até três anos.
O presidente da Comissão, deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), ressalta que o relatório é fruto de um ano de debates, para os quais foram convidadas entidades como o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil. Ele lamenta que as medidas socioeducativas para os menores sejam leves diante da gravidade de algumas infrações.
“Hoje, o menor comete um crime grave contra a vida. A família leva o seu ente querido para o cemitério, perde aquele ente querido e o menor, dali a um ano, dois anos, está passando na frente da casa (da família da vítima). Então há uma sensação de impunidade muito grande. Nós precisamos equilibrar essa relação”, disse Mattos.
Ressocialização
O representante do Conselho Estadual dos Direitos Humanos de São Paulo, Ariel de Castro Alves, informa que, atualmente, 23 mil jovens infratores cumprem medidas socioeducativas em todo o país e 90 mil estão em liberdade assistida, prestando serviços à comunidade. Ele lembra que a Constituição Federal estabelece a excepcionalidade e a brevidade das medidas socioeducativas. E defende que se reforce mais a ressocialização dos menores infratores do que a punição.

“Enquanto uma criança na escola custa R$ 600 por mês pro Estado, um adolescente aqui na Fundação Casa, de São Paulo, custa em torno de R$ 10 mil por mês. E um jovem no sistema penitenciário de adultos custa em torno de R$ 2.500 a R$ 3 mil por mês pro Estado. Então nós precisamos de mais investimentos na prevenção, inclusive na própria educação, pra que não tenhamos que depois gastar com a repressão”, observou Alves.
Tanto o presidente da Comissão Especial quanto o representante do Conselho dos Direitos Humanos do Estado de São Paulo se posicionaram contra a redução da maioridade penal para 16 anos. Uma proposta de Emenda à Constituição neste sentido (PEC 33/2012) está sendo examinada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem - Cláudio Ferreira
Edição – Roberto Seabra

Postado por Agencia da Câmara